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A temporada mundial 2021 de Crivilin com a Honda CRF 250RX

Na Competição

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A temporada mundial 2021 de Crivilin com a Honda CRF 250RX

Na Competição 17/11/2021

O capixaba Bruno Crivilin encerrou sua segunda temporada no Campeonato Mundial de Enduro disputando o GP da França, e ao final pôde comemorar um brilhante 6º lugar na classificação geral na temporada da categoria E1, para motos de até 250cc, competindo com uma Honda CRF 250RX.

Este resultado, que colocou Bruno nos “top ten” da categoria, representa a confirmação do talento do piloto de Aracruz, que aos 24 anos de idade demonstra que suas capacidades – que já lhe garantiram inúmeros títulos brasileiros – não deixam nada a dever às dos maiores pilotos da modalidade em nível internacional.

No ano passado, o de sua estreia em uma temporada completa no Mundial, Bruno Crivilin já havia chamado a atenção ao conquistar a medalha de bronze da categoria J1 na competição de moto, para pilotos de até 23 anos de idade. Já neste ano o desafio foi maior, encarando na categoria E1 os mais experientes pilotos da modalidade em etapas duplas disputadas em Portugal, Itália, Estônia, Suécia e França.

Ao todo foram doze dias de intensa competição em terrenos variados: pedra, lama, areia, em pisos completamente diferentes dos encontrados nas provas de enduro no Brasil. Tal acúmulo de experiência permite imaginar que, para 2022, os sonhos do brasileiro podem ser bem mais ousados, mirando no mínimo uma classificação entre os “top five”, e até mesmo a disputa do título.

Com o apoio da Honda Brasil, Bruno Crivilin integrou a equipe Honda S2 Motosport, baseada na Itália, comandada pelo experiente Alex Salvini, que não poupou elogios ao brasileiro: “No geral podemos dizer que foi uma excelente temporada, onde disputou todos os dias de competição, se mostrando forte e valente. É o melhor resultado de um piloto brasileiro”.

Já Bruno, de olho na continuidade de sua participação no Mundial, pretende seguir o caminho nem sempre fácil – mas certamente desafiador – de competir no mais forte campeonato da modalidade do planeta: “Foi um ano difícil e com muitas corridas, um pouco na Europa e um pouco no Brasil. Umas mais difíceis que outras, mas sempre busquei entregar o meu melhor. Vou continuar trabalhando para fazer ainda melhor na próxima temporada”, comentou Bruno.